Ta aí mais uma coisa a ser cultivada! E talvez seja a única forma de aposentarmos nossas togas de juízes para olhar o outro, e principalmente a nós mesmos, com a simplicidade indispensável à apreciaçao das coisas como elas realmente são.
Ainda que não seja de forma consciente, ainda nos cremos dignos de julgar a dor, o amor, o esforço, o bom e o mau ato do outro. Ao invés de olhar e avaliar a vida dele com as percepções e os óculos da nossa própria experiência, que cada dia mais busquemos lembrar e colocar os óculos da experiência dele em nossos olhos. Pra que gente se limite menos, seja menos injusto e incompreensivo, e troque isso tudo por medidas de amor.
Ta aí mais uma coisa a ser cultivada! E talvez seja a única forma de aposentarmos nossas togas de juízes para olhar o outro, e principalmente a nós mesmos, com a simplicidade indispensável à apreciaçao das coisas como elas realmente são.
ResponderExcluirAinda que não seja de forma consciente, ainda nos cremos dignos de julgar a dor, o amor, o esforço, o bom e o mau ato do outro. Ao invés de olhar e avaliar a vida dele com as percepções e os óculos da nossa própria experiência, que cada dia mais busquemos lembrar e colocar os óculos da experiência dele em nossos olhos. Pra que gente se limite menos, seja menos injusto e incompreensivo, e troque isso tudo por medidas de amor.
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